A. NELSON
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«A maqueta que esta a ser engenhosamente construída tem uma dimensão de 4,20 m x 2,20 m. Uma parte desta, pode ser visualizada nas fotos abaixo apresentadas. Segundo o autor, é uma maqueta " que nunca pode parar."
"O Sr. Zeferino trabalha numa empresa ferroviária (como se pode ver nas fotos nºs [2 e 4] através da sua vagoneta a servir de arranjo floral) e tem uma vivenda luxuosa (ainda em construção, fotos nºs [3 e 6]), mas com um problema. A sua vivenda têm um grande relvado á sua frente (foto nº [5]) e quem é responsável pelo seu tratamento é a sua amável esposa D. Alice. Ora acontece que a D. Alice é muito sociável a passa os dias em chás das cinco com as amigas e tem descorado ultimamente o cuidado do relvado, Assim e com o tempo chuvoso que tem estado, a relva tem crescido muito a ponto de cobrir já quase o vaso preferido do Sr. Zeferino (foto nº [2])."»


























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«Um pequeno contributo à igreja. Iniciei o caminho dos peregrinos para se deslocarem a Santiago, que tanto pode ser de Compostela, de Ourém, de Custóias, de Bougado, etc ou até Santiago da Minha Maqueta. Para isso há que indicar o caminho (foto nº [7]) e apresentar algumas alminhas por esse mesmo caminho. Assim os peregrinos vão meditando (fotos nºs [8, 9 e 10]). Nestas fotos mostro o trabalho feito sem a ponte que vai ligar ao monte e já com esta aplicada (foto nº [10]) vendo-se como vai ficar no fim. É lógico que nestes locais religiosos há sempre barraquinhas a vender coisas, no meu caso, flores e queijos. Os respectivos vendedores tinham ído ao WC e portanto não ficaram nas fotos (foto nº [11]). Finalmente estou a fazer o restante caminho até à igreja, mostro a evolução dessa zona (foto nº [12 e 13]). Estou à espera que seja nomeado um padre e um sacristão para esta nova zona, logo que eles cheguem mostrarei o resultado.»
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[Visto que este novo Papa é uma pessoa dinâmica tentaremos interceder para que seja nomeado o padre e o sacristão em falta de modo que as fotos possam ser partilhadas mais cedo para todos os aficionados, amadores e profissionais.]
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«O Sr. Atílio (nome sugerido por um amigo) é construtor civil da velha guarda (basta ver que não larga o seu Toyota Land Cruiser – Foto [19]) e está a construir uma casa para um cliente seu (Foto [14]), mas verifica que os seus empregados não estão a seguir rigorosamente os planos do arquitecto. Vai daí, há que dar ordens para que tudo fique OK (Foto [15 e 20]).
Além disso ficou muito [aborrecido] pois durante a noite uns miúdos foram para lá grafitar os painéis que tinha montado em redor da casa (Fotos [16, 17 e 19]).
Para além de tudo isto, o Sr. Atílio verifica que os seus ajudantes, em vez de estarem a trabalhar, passam mais tempo sentados a comer sandes e a beber cerveja (Fotos [15 e 20]). Até o homem que puxa o balde da massa para cima (homem de amarelo) deixa ficá-lo a meio caminho e senta-se a comer (Foto [14 e 18]).
E a vida do construtor lá vai indo com alguns entraves [e] espera que a casa esteja pronta lá para o verão mas não vê jeito de isso acontecer com o pessoal que contractou.»
Nesta fase da maqueta, segundo o autor, vai «continuar nesta zona e realizar uma estação de serviço onde também vão existir situações hilariantes» que futuramente serão mostradas e que esperamos partilhar também.















